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soscorpo

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O SOS Corpo - Instituto Feminista para a Democracia é uma organização da sociedade civil, autônoma, sem fins lucrativos, fundada em 1981, com sede na cidade do Recife, Pernambuco, no Nordeste do Brasil. Propõe-se a contribuir para a democratização da sociedade brasileira através da promoção da igualdade de gênero com justiça social.
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"Estamos com Dilma porque, por toda sua vida, esta mulher teve coragem de enfrentar esse passado de injustiça para construir um presente em que caibamos mulheres e homens livres e iguais."

 [Leia a íntegra do documento]

 

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Tipo de contrato: Consultoria

Sediado em: Brasil

Dias de consultoria: 01 de outubro a 15 de dezembro

Período: 76 dias

Histórico

O Fundo para Igualdade de Gênero (FIG), um fundo de multidoadores da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) foi lançado em 2009 para agilizar compromissos com a igualdade entre os gêneros, focado no empoderamento econômico e político das mulheres no plano local, nacional e regional. É um dos dois fundos no mundo que fornecem doações de milhões de dólares no campo da igualdade de gênero e empoderamento das mulheres. Está dedicado a fazer avançar o empoderamento econômico e político das mulheres em todo o mundo. Com o apoio generoso dos governos da Espanha, Noruega, México, Holanda, Alemanha e Suíça, as atuais doações beneficiam quase 18 milhões de mulheres, inclusive por capacitá-las em liderança e finanças, além de ajudá-las a conseguir trabalhos dignos e benefícios de proteção social.

O Fundo faz doações em bases competitivas, diretamente para agências governamentais e organizações da sociedade civil, para transformar compromissos legais em ações tangíveis que tenham um impacto positivo na vida de mulheres e meninas em todo o mundo. Seu mandato busca fazer avançar a Plataforma de Ação de Beijing, a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW, na sigla em inglês), as resoluções 1325 e 1820 do Conselho de Segurança da ONU, as Metas de Desenvolvimento do Milênio (MDM), e acordos regionais, como o Protocolo sobre os Direitos das Mulheres na África e o de Belém do Pará, entre outros.


Em todas essas doações, o Fundo busca fazer avançar duas grandes áreas programáticas inter-relacionadas e prioritárias:

  • As doações feitas para o empoderamento econômico das mulheres procuram aumentar substancialmente o acesso e o controle das mulheres sobre os processos de decisão econômica, terra, trabalho, meios de subsistência a outros meios de produção e proteção social, especialmente para mulheres em situações de marginalização.
  • Os programas focalizados no empoderamento político das mulheres almejam incrementar a participação política das mulheres e a boa governança para garantir que os processos decisórios sejam participativos, receptivos, equitativos e inclusivos, aumentando a liderança e a influência das mulheres sobre os processos decisórios em todas as esferas da vida e transformando políticas de igualdade entre os gêneros em sistemas concretos de implementação que façam progredir a justiça de gênero.

No seu ciclo inicial de doações (2009-2010), o FIG concedeu US$ 37,5 milhões para 40 programas em 35 países: 27 programas catalisadores1 (iniciados em janeiro de 2010) e 13 programas de implementação (iniciados em dezembro de 2010). Os programas beneficiados refletem uma gama de intervenções em compromissos com leis e políticas de igualdade de gênero, incorporando combinações singulares de estratégias, parcerias e públicos-alvo.

O Fundo está comprometido a aprender com seus donatários (receptores de doações) e procura ser um modelo de como agilizar e implementar leis e políticas de igualdade de gênero em todo o mundo.

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Sobre os 27 programas catalizadores: 
No seu primeiro edital, o Fundo fornecia dois tipos de doações voltadas para resultados:
  • Doações catalisadoras que buscam catalisar processos voltados para o desenvolvimento de planos e políticas de igualdade de gênero em países em que eles ainda não existem. Essas doações variam de US$100.000 a US$500.000 distribuídas em um ou dois anos.
  • Doações para implementação que apoiam programas em países com planos, políticas e leis nacionais ou locais que fazem avançar a igualdade entre os gêneros e o empoderamento das mulheres e que estão prontos para serem implementados. Essas doações variam entre US$1,5 milhão e US$5 milhões distribuídas em dois a quatro anos.

 

 

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Tipo de contrato: Consultoria

Sediado em: Brasil

Dias de consultoria: 01 de outubro a 15 de dezembro

Período: 76 dias

1. Histórico

O Fundo para Igualdade de Gênero (FIG), um fundo de multidoadores da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres) foi lançado em 2009 para agilizar compromissos com a igualdade entre os gêneros, focado no empoderamento econômico e político das mulheres no plano local, nacional e regional. É um dos dois fundos no mundo que fornecem doações de milhões de dólares no campo da igualdade de gênero e empoderamento das mulheres. Está dedicado a fazer avançar o empoderamento econômico e político das mulheres em todo o mundo. Com o apoio generoso dos governos da Espanha, Noruega, México, Holanda, Alemanha e Suíça, as atuais doações beneficiam quase 18 milhões de mulheres, inclusive por capacitá-las em liderança e finanças, além de ajudá-las a conseguir trabalhos dignos e benefícios de proteção social.

O Fundo faz doações em bases competitivas, diretamente para agências governamentais e organizações da sociedade civil, para transformar compromissos legais em ações tangíveis que tenham um impacto positivo na vida de mulheres e meninas em todo o mundo. Seu mandato busca fazer avançar a Plataforma de Ação de Beijing, a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW, na sigla em inglês), as resoluções 1325 e 1820 do Conselho de Segurança da ONU, as Metas de Desenvolvimento do Milênio (MDM), e acordos regionais, como o Protocolo sobre os Direitos das Mulheres na África e o de Belém do Pará, entre outros.


Em todas essas doações, o Fundo busca fazer avançar duas grandes áreas programáticas inter-relacionadas e prioritárias:

  • As doações feitas para o empoderamento econômico das mulheres procuram aumentar substancialmente o acesso e o controle das mulheres sobre os processos de decisão econômica, terra, trabalho, meios de subsistência a outros meios de produção e proteção social, especialmente para mulheres em situações de marginalização.
  • Os programas focalizados no empoderamento político das mulheres almejam incrementar a participação política das mulheres e a boa governança para garantir que os processos decisórios sejam participativos, receptivos, equitativos e inclusivos, aumentando a liderança e a influência das mulheres sobre os processos decisórios em todas as esferas da vida e transformando políticas de igualdade entre os gêneros em sistemas concretos de implementação que façam progredir a justiça de gênero.

No seu ciclo inicial de doações (2009-2010), o FIG concedeu US$ 37,5 milhões para 40 programas em 35 países: 27 programas catalisadores1 (iniciados em janeiro de 2010) e 13 programas de implementação (iniciados em dezembro de 2010). Os programas beneficiados refletem uma gama de intervenções em compromissos com leis e políticas de igualdade de gênero, incorporando combinações singulares de estratégias, parcerias e públicos-alvo.

O Fundo está comprometido a aprender com seus donatários (receptores de doações) e procura ser um modelo de como agilizar e implementar leis e políticas de igualdade de gênero em todo o mundo.

 

2. Descrição da intervenção

O programa intitulado “Mais Direitos e Mais Poder para Mulheres Brasileiras” é um programa de implementação apoiado pelo FIG, que está sendo desenvolvido no Brasil. Teve início em 2011 e foi planejado para ser concluído em 2013, tendo sido prorrogado para dezembro de 2014. Seu orçamento global é de USD 3.000.000,00.

O Programa “Mais Direitos e Mais Poder para as Mulheres Brasileiras” tem como líder a Secretaria de Políticas para as Mulheres, órgão do governo federal responsável pela implementação e pela integração das políticas para enfrentar as desigualdades de gênero, e como colíder junto com a organização SOS CORPO, Instituto Feminista pela Democracia, organização feminista com 30 anos de experiência em defesa dos direitos das mulheres. Coordenam o consórcio integrado por seis organizações da sociedade civil: Coletivo Leila Diniz, Geledés Instituto da Mulher Negra, Instituto Patrícia Galvão, Rede de Desenvolvimento Humano, Cfemea - Centro Feminista de Estudos e Assessoria, Cunhã Coletivo Feminista.

No Brasil, o documento que define e orienta as políticas de promoção dos direitos das mulheres é o Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM), um documento produzido pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres da Presidência da República (SPM/PR), em um processo de construção coletiva com a sociedade civil, que define princípios, diretrizes, eixos prioritários, ações e políticas para as mulheres.

O PNPM é resultante de uma agenda histórica de demandas dos movimentos de mulheres e feminista, concretiza o compromisso do governo federal com a promoção da igualdade de gênero e incorpora os compromissos internacionais assumidos pelo Estado Brasileiro para a garantia e ampliação dos direitos das mulheres. Atualmente, encontra-se na sua segunda edição (II PNPM, 2008-2011) e está organizado em dez capítulos temáticos e outros dois capítulos de implementação, monitoramento e alocação orçamentária.

O programa de implementação ora colocado é formulado com base na II PNPM e tem dois focos principais: primeiro, como estratégia de fundo, busca contribuir para a continuidade do PNPM e do compromisso do Estado Brasileiro para a promoção da igualdade de gênero e a promoção dos direitos das mulheres. Segundo, como estratégias de impacto imediato, com foco em dois capítulos específicos do Plano: o primeiro, “Autonomia econômica e igualdade no mundo do trabalho, com inclusão social”; e no quinto, “Participação das mulheres nos espaços de poder e decisão”. Os dois eixos temáticos selecionados constituem duas áreas de expressivas desigualdades de gênero no Brasil e ainda sem respostas contundentes, em termos de políticas públicas, para o seu enfrentamento.

Nesse sentido, ao vincular a estratégia de fundo para as estratégias de impacto imediato para a continuidade e a implementação do II PNPM, e ao se constituir a partir de um consórcio entre Governo Federal e Organizações Não Governamentais Feministas, este programa contribuirá de maneira decisiva para o fortalecimento e a implementação do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres.

O principal obstáculo à implementação do II PNPM é a baixa adesão nos níveis local e regional, o que se percebe na tímida implementação das políticas públicas recomendadas e na ausência de uma alocação orçamentária compatível. Em nível nacional, a principal resistência encontra-se no âmbito orçamentário, incompatível com as prioridades estabelecidas como política nacional para o enfrentamento das desigualdades de gênero.

O principal avanço conquistado com a elaboração do II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres (PNPM) foi o próprio documento: o Plano passou a ser una referência para a exigência da efetivação de direitos para as mulheres, com base em objetivos, prioridades, metas e alocação orçamentária. A arquitetura do II PNPM prevê ações de monitoramento, avaliação e controle social por meio do Comitê de Gestão e de Monitoramento do II PNPM, uma instância que reúne representantes de todos os Ministérios da área social do Governo Federal, além de Institutos de Pesquisas e Estatísticas, de Organizações Não Governamentais e de Organismos Internacionais.

Entretanto, persistem fortes obstáculos à sua implementação, especialmente no que tange à alocação orçamentária dos Ministérios envolvidos na implementação de políticas para as mulheres e à incorporação da perspectiva de gênero, raça/etnia na formulação de políticas públicas em geral. Além disso, no que se refere ao enfrentamento das desigualdades nas esferas específicas abordadas por este programa – participação nos espaços de poder e de decisão e autonomia econômica vinculada ao mundo do trabalho – persistem lacunas significativas. A participação das mulheres no Parlamento Brasileiro não atinge 15% na Câmara dos Deputados e é ainda menor no Senado Federal, onde não chega sequer a 8%. No Poder Executivo, as mulheres ocupam hoje somente 11% dos postos mais altos. No âmbito do trabalho, as mulheres são maioria na economia informal, com salários menores se comparados aos dos homens e com condições precárias de trabalho. A situação é ainda mais grave para as mulheres negras. Elas conformam o contingente mais importante de desempregadas no país (12,2%, comparadas com 5,3% de homens brancos). Quando estão trabalhando, são as que recebem os menores recursos – uma média de 34% menos do que recebem os homens brancos.

O Programa tem como objetivo fundamental que as mulheres do Brasil, em especial aquelas mais excluídas por motivos de pobreza ou racismo, tenham novas condições culturais e normativas e novas políticas públicas que possibilitem a sua participação com maior igualdade na política e no mundo do trabalho produtivo e reprodutivo, de acordo com o II Plano Nacional de Políticas para as Mulheres y pretende contemplar os resultados a seguir:

 

Resultado Final (Efeito 1) - Melhorada a formulação e implementação de políticas públicas de promoção da igualdade de gênero, raça e etnia no Brasil, até o fim de 2013, por meio do fortalecimento dos processos organizacionais de mulheres e da democratização dos espaços de poder e decisão governamental.

 

Produtos:

  • Estimulado o processo de criação e reestruturação dos Planos Nacional, estaduais e municipais do Brasil de Políticas Para as Mulheres nos eixos de incidência do projeto.

  • Elaborar indicadores e promover o debate público sobre o racismo institucional para enfrentar as inequidades no acesso das mulheres às políticas públicas.

  • Aperfeiçoados, criados e disseminados instrumentos que permitam monitorar o orçamento público na perspectiva da promoção da igualdade de gênero.

 

 

Resultado Final (Efeito 2) - Ampliada e fortalecida a mobilização do movimento feminista e de mulheres no Brasil para a incidência sobre o planejamento e o orçamento público para a implantação de políticas de conciliação do trabalho produtivo e reprodutivo e de proteção social do trabalho das mulheres.

Produtos:

  • Ampliada e fortalecida a mobilização do movimento feminista e de mulheres do Brasil para a incidência sobre o planejamento e o orçamento público para a implantação de políticas de conciliação do trabalho produtivo e reprodutivo e de proteção social do trabalho das mulheres.

  • Instituído o debate público sobre o compartilhamento e a valorização do trabalho doméstico, as políticas conciliatórias e as de qualificação social e profissional.

 

Resultado Final (Efeito 3) - Ampliada, até 2013, a participação das mulheres nos espaços de poder e de decisão, especialmente das mais excluídas por motivos de pobreza ou de racismo, buscando a construção da paridade de gênero. 
 
Produtos:
  • Fortalecida a capacidade de organização das mulheres brasileiras no contexto de pobreza e exclusão e das mulheres sujeitas a múltiplas formas de discriminação para sua participação em espaços de poder e de decisão.
  • Fortalecida a capacidade de incidência coletiva no processo da reforma do sistema político por meio da articulação entre os movimentos feministas e de mulheres do Brasil, os mecanismos governamentais brasileiros de políticas para as mulheres, as instâncias de mulheres de partidos políticos e as lideranças partidárias nacionais e locais.
  • Ampliada a base de apoio no Parlamento Nacional para a promoção e garantia dos direitos das mulheres.
Esses objetivos visam incrementar aeficácia da legislaçãoe as políticas públicasfavoráveisàs mudanças na situação de desigualdadeemque vivem as mulheres. Foram formuladoslevando em conta que o Brasil já conta comum organismo dapolítica pública federalpara as mulheres,com uma Secretaria com status de Ministério e tem uma situação legislativacom alguns elementosfavoráveis, especialmente no âmbito da violência.
 
Apesar das políticas públicas vigentes que podem alterar as condições de vida das mulheres, é necessário fortalecer os movimentos sociais das mulheres na mobilização e a pressão sobre os poderes legislativo e executivo. O programa trabalha em parceria com duas grandes redes de organizações de mulheres para esse propósito Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) e a Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras (AMNB) em ações nacionais de formação, produção de conhecimento, articulação e incidência sobre os poderes públicos.  
 
Pressupostos 
 
O programa está sendo implementado pela SPM – Secretaria de Políticas para Mulheres da Presidência da República e SOS Corpo Instituto Feminista para a Democracia em estreita colaboração com as organizações parceiras consorciadas citadas acima.

A estrutura de gestão da organização líder (e da colíder, caso aplicável) é a seguinte:

O programa é gerido de forma consorciada pelo conjunto das organizações participantes por uma equipe com 8 integrantes, cada uma representando uma das partes envolvidas. É coordenado pelo SOS Corpo (Carmen Silva e Eleny Xavier) e conta com responsáveis pela gestão de cada um dos três efeitos previstos no programa.

 

3. Finalidade e uso da avaliação

 

O FIG foi estabelecido como um investimento ousado nos direitos das mulheres, como um teste de uma modalidade mais focada e melhor financiada para catalisar esforços pela igualdade de gênero. O documento fundante do programa estabelece seu mandato para identificar, avaliar e compartilhar amplamente as lições extraídas desse programa pioneiro de doações, assim como contribuir para o know-how global no campo da igualdade entre os gêneros. As avaliações finais do programa são uma peça vital desse mandato. As principais finalidades da avaliação final são as seguintes: 

 

Prestação de contas (accountability):

  • Fornecer opiniões convincentes e confiáveis sobre os resultados do programa, incluindo as áreas de desenho (concepção) de programa, implementação, impacto sobre beneficiários e parceiros, assim como resultados gerais.

  • Prover avaliações de alta qualidade para uma ampla gama de públicos, incluindo doadores do FIG, ONU Mulheres, organizações de direitos das mulheres e igualdade de gênero, agências governamentais, agências multilaterais e outros atores.

 

Aprendizado:

  • Identificar abordagens novas/singulares para catalisar processos voltados para o desenvolvimento de compromissos de igualdade de gênero.

  • Identificar metodologias e abordagens particulares que sejam eficazes para fazer avançar de forma significativa e tangível o empoderamento econômico e político das mulheres.

 

Processo decisório melhorado e baseado em evidências:

  • Identificar as lições extraídas da experiência dos receptores de doações, para influenciar políticas e práticas em nível nacional, regional e global.

  • Informar e fortalecer o planejamento e a programação da ONU Mulheres, fornecendo conhecimentos baseados em evidências sobre o que funciona, por que funciona e em que contexto.   

 

As avaliações finais são exercícios de agregação, orientados para a coleta de dados e informações que meçam até que ponto os resultados de desenvolvimento foram atingidos. No entanto, a utilidade do processo de avaliação e dos produtos deve ir além do que foi dito pelas partes interessadas (stakeholders) do programa durante a visita de campo ou aquilo que a equipe de avaliação escreveu no seu relatório.

 

O impulso dado pelo processo de avaliação (reuniões com o governo, doadores, beneficiários, sociedade civil, etc.) é a oportunidade ideal para estabelecer uma agenda para o futuro do programa ou alguns de seus componentes (sustentabilidade), por meio de uma Resposta de Gestão. É também uma excelente plataforma para difundir as lições extraídas e comunicar mensagens fundamentais sobre boas práticas, compartilhar produtos que possam ser replicados ou ampliados para abranger o nível nacional ou internacional.

 

O avaliador fornecerá subsídios ao Grupo de Referência (para mais informações, ver seção 7), para desenhar um plano completo de disseminação dos achados (findings), conclusões e recomendações da avaliação, com o objetivo de defender a sustentabilidade, ampliação, compartilhamento de boas práticas e lições aprendidas em nível local, nacional e/ou internacional.

 

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Sobre os 27 programas catalizadores: 

No seu primeiro edital, o Fundo fornecia dois tipos de doações voltadas para resultados:

  • Doações catalisadoras que buscam catalisar processos voltados para o desenvolvimento de planos e políticas de igualdade de gênero em países em que eles ainda não existem. Essas doações variam de US$100.000 a US$500.000 distribuídas em um ou dois anos.
  • Doações para implementação que apoiam programas em países com planos, políticas e leis nacionais ou locais que fazem avançar a igualdade entre os gêneros e o empoderamento das mulheres e que estão prontos para serem implementados. Essas doações variam entre US$1,5 milhão e US$5 milhões distribuídas em dois a quatro anos.

Declare os recursos fornecidos pelo FIG. Se houver recursos adicionais fornecidos por governos e/ou outros doadores, indique aqui.

 

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 O SOS CORPO Instituto Feminista para a Democracia convoca para a apresentação de propostas de consultoria para Avaliação Final do Programa: “Mais Direitos e Mais Poder para as Mulheres Brasileiras (2011-2014)". 

O objetivo desta avaliação final é avaliar o cumprimento na realização dos produtos, dos resultados alcançados pelo programa e oferecer sugestões e recomendações para ações similares futuras.

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303

A campanha do Plebiscito por uma Constituinte Exclusiva do Sistema Político aprovou apoio à campanha Para Expressar a Liberdade, que propõe novo marco regulatório para as comunicações no país. 

Fonte: Redação FNDC

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208

No próximo dia 15 de agosto, o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação divulgará uma plataforma eleitoral para que candidatos possam aderir publicamente à proposta de um novo marco regulatório da comunicação.

O documento é baseado no Projeto de Lei de Iniciativa Popular da Mídia Democrática, para o qual têm sido coletadas assinaturas desde 2013. Entre as reivindicações, estão o fim da propriedade de meios de comunicação por políticos, a reserva de um terço dos canais para emissoras públicas e nova regulamentação para o direito de resposta

Por Mel Bleil Gallo

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1163

"Seja quando promovido pelos BRICS ou pelo G7 ou G20, nos manifestamos contra o desenvolvimento que concentra riquezas e poder, baseado na exploração das pessoas e da natureza, no consumismo exacerbado, na violação dos direitos humanos, na apropriação de nosso trabalho, nosso corpo e nosso território."  Abaixo, reproduzimos a íntegra do documento.

 

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Organizações do movimento de mulheres contestam a revogação da Portaria 415, que incluía o serviço do aborto legal na tabela do SUS (Sistema Único de Saúde). Anunciada pelo Ministério da Saúde no dia 22 de maio, a resolução foi revogada nesta quinta (29).

29.05.14

 

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772

Debate no centro cultural feminista do SOS Corpo com Paula Viana, da Frente Nacional contra a criminalização das mulheres e pela legalização do aborto, e Lis Lemos, jornalista, que apresentou dissertação de mestrado em Comunicação/UFPE, sobre o aborto na mídia, nas eleições de 2010. 

 
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1975

Centro Cultural do SOS Corpo realiza discussão sobre aborto, mídia, política e direitos das mulheres.

Na próxima terça-feira (06/05) o centro cultural do SOS Corpo promove a roda de diálogo “Aborto no contexto eleitoral: vida e autonomia das mulheres sob ataque”.  O assunto está na pauta dos movimentos de mulheres, mas pouco é discutido em outros espaços da sociedade, do ponto de vista dos direitos reprodutivos, da liberdade sexual e da saúde da mulher.

Pensando em aprofundar esse debate, nossa conversa sobre o aborto terá dois focos principais: a abordagem da mídia e a legislação brasileira.

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871

Revista Carta Capital - O mundo gira, o tempo passa, mas o trabalho doméstico segue sendo um conflito cotidiano na vida das mulheres. Nova publicação do SOS Corpo debate a questão. O livro foi produzido numa co-edição com o Instituto Patrícia Galvão e traz análises a partir da pesquisa realizada pelo SOS Corpo em parceria com Data Popular.

  [Por Maíra Kubík Mano]

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551

Na próxima segunda-feira, 07/04, o centro cultural do SOS Corpo sedia o lançamento do livro “Anarquia e a questão do sexo e outros escritos”, organizado pelo Coletivo Difusão Libertária, revisitando o pensamento da anarquista Emma Goldman, cuja obra enfoca temas diversos como sindicalismo, gênero, sexo e propriedade privada.

https://we.riseup.net/assets/181607/cartaz%20final.jpg

Saiba mais...

03/04/14

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Um movimento com vitórias no currículo e desafios de diversas ordens pela frente. Essa é a opinião de feministas brasileiras ouvidas pelo CLAM para analisar os rumos que o movimento de mulheres brasileiro tomou nos últimos anos e os caminhos a perseguir no futuro.

Do ponto de vista mais amplo, afirmam feministas, a pauta do movimento de mulheres no Brasil tem se diversificado, girando em torno de 4 dimensões da vida cotidiana. (Fonte: Clam)

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No último sábado (29), o Fórum de Mulheres de Pernambuco (FMPE) fez mais um ato de divulgação de da proposta de realização do Plebiscito Popular por uma constituinte exclusiva e soberana pela reforma do sistema político, juntamente com a divulgação da Campanha Para Expressar a Liberdade, por uma Lei de Mídia Democrática no Brasil. Com informações de Carmen Silva, da equipe do SOS Corpo.

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Carta da Plataforma Dhesca alerta: "resultados da pesquisa do IPEA sobre a percepção social a respeito da violência contra a mulher dão visibilidade à antiga demanda pelo acesso à educação sexual abrangente nas escolas e fora delas, para que se possa criar uma cultura de direitos sexuais e direitos reprodutivos no Brasil.


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"Ter uma Copa do Mundo no Brasil em ano de eleições torna o cenário político-social
mais complexo de ser analisado, uma vez que os diferentes coletivos vão, certamente,
pautar suas atuações também visando consequências eleitorais." Veja a entrevista com
Luana Xavier Pinto Coelho, assessora jurídica da ONG Terra de Direitos
em entrevista por e-mail à IHU On-Line.
 
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Movimentos e instituições públicas movimentam-se para denunciar a exibição de violência sexual na televisão. {Fonte: Intervozes)

 
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Confirmada a realização do XIII Encuentro Feminista de América Latina y el Caribe – EFLAC, a realizar-se em Lima – Peru, de 22 a 25 de novembro de 2014. 

Para mais informações, baixe aqui o boletim publicado no sítio eletrônico da organização Cotidiano Mujer.(Uruguai), acompanhe a página do encontro no Facebook ou escreva para o e-mail:  Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

 

 

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Carta Capital - "A esmagadora maioria dos beneficiários do Brasil Sem Miséria é de negros, comprova levantamento do governo federal." 

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Para Ann Pettifor, que comandou campanha pelo perdão da dívida dos países pobres, esquerda deveria encabeçar campanha por reforma estrutural. 

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Memória Viva Feminista _ www.flickr.com/redesocialfeminista